sábado, 26 de maio de 2007

MENSAGENS E FILMES ESPÍRITAS

Filmes espíritas
http://www.illuminare.pro.br/filmes_espiritas_e_espiritualistas.htm


Mensagens de auto-ajuda e espírita
Mensagens na voz de Chico Xavier
Belas mensagens para reflexão
Textos inspiradores da Equipe de Redação do "Momento Espírita", gravados para o programa radiofônico levado ao ar pela Federação Espírita do Paraná. A partir desta idéia deixamos que você fique à vontade para escolher e ouvir mensagens com elevado conteúdo moral, trazendo paz, harmonia e alegria aos corações Clique:http://www.universoespirita.org.br/evangelizacao/audios%20do%20Momento%20Espirita.htm

COMPREENSÃO ESPIRITA
(...) O espírita quando, finalmente, alcança a compreensão de que, espiritualmente, trabalha para si e não para os outros:
- nada mais o faz recuar, nada mais o desanima, nada mais o entristece, nada mais o decepciona, nada mais o magoa...
Quando o servidor de Jesus na seara espírita, conquista o entendimento maior de que é o artífice da própria felicidade, na construção cotidiana do destino, nada mais o abate, nada mais o desespera, nada mais o deprime...
Quando o discípulo do Evangelho nas luzes da Terceira Revelação, assimila, em espírito e em verdade, as lições do Mestre, ele não mais se permite cruzar os braços, perder tempo em polemicas estéreis, tecer criticas destrutivas: ele não mais se consente a ociosidade, malbaratando o tesouro dos minutos; ele se esforça sem procurar reconhecimento, aplausos, louvores, elogios, destaques meramente humanos; trabalha como quem presta obediência unicamente a Deus, na convicção inabalável de que a Lei o observa em ação, registrando o menor de seus gestos, e considera as suas intenções em tudo quanto faz!
Quando o espírita atinge, assim, a maioridade espiritual a que estamos nos referindo, liberta-se das querelas humanas, emancipa-se das picuinhas terrestres que, para tantos outros, constituem provações difíceis de serem superadas...
Contam-se aos milhares as almas que poderiam avançar, mas que permanecem estacionadas, porque se deixam paralisar pelas energias pessimistas.
Quando o espírita logra o estagio de sua própria emancipação intima, caminha imperturbável, realizando sempre, trabalhando com alegria e oferecendo de si mesmo o melhor do melhor. (...)

Albino Teixeira
Livro – Mediunidade, corpo e alma
Tenho só dezessete anos

A agonia dilacera minha mente. Sou uma estatística. Quando cheguei aqui, me sentia muito sozinho. Estava tomado pela tristeza e esperava encontrar algum conforto.
Não encontrei. O que vi foram milhares de outras pessoas com os corpos estraçalhados quanto o meu. Recebi um número e fui colocado em uma categoria. A categoria se chamava ”Mortes no transito”.
O dia em que morri era um dia normal de colégio. Como queria ter pego o ônibus! Mas eu era bom demais para o ônibus. Agora me lembro de como peguei o carro da mamãe.
_ Um favor especial – implorei. – Todo mundo dirige.
Quando o sinal das 2:50h tocou, joguei meus livros no escaninho. Livre até amanhã de manhã! Corri para o estacionamento, animado com a idéia de dirigir um carro e ser dono do meu próprio nariz.
Não importa como o acidente aconteceu, eu estava fazendo besteira – correndo demais, assumindo riscos malucos. Mas estava aproveitando minha liberdade e me divertindo. A última coisa de que me lembro foi de ultrapassar uma senhora que parecia estar indo muito devagar. Ouvi um estrondo e senti um tranco terrível. Vidro e aço voaram para todo lado. Todo o meu corpo pareceu virar do avesso. Ouvi meu próprio grito.
De repente, acordei. Tudo estava em silencio. Um policial estava de pé ao meu lado. Vi um médico. Meu corpo estava estraçalhado. Eu estava coberto de sangue. Havia pedaços de vidro partido por todo lado. Achava estranho não sentir nada. “Ei, não ponham esse lençol em cima da minha cabeça. Não posso estar morto. Tenho só dezessete anos. Tenho um encontro hoje à noite. Tenho uma vida maravilhosa pela frente. Ainda nem vivi. Não posso estar morto!”
Mais tarde, fui colocado em uma gaveta. Meus pais vieram me identificar. Por que precisavam me ver desse jeito? Por que eu precisava olhar nos olhos da mamãe enquanto ela enfrentava o pior calvário da sua vida? Papai pareceu subitamente muito velho. Ele disse ao encarregado:
È, é o nosso filho.
O enterro foi estranho. Vi todos os meus parentes e amigos andarem na direção do meu caixão. Eles olharam para mim com os olhos mais tristes que já vi. Alguns dos meus amigos estavam chorando. Algumas das meninas tocavam na minha mão e soluçavam enquanto se afastavam.
“Por favor, alguém me acorde! Me tire daqui.” Não posso suportar ver mamãe e papai sofrendo tanto. Meus avós estão tão fracos de dor que mal conseguem andar. Meu irmão e minha irmã parecem zumbis. Andam como robôs. Em transe. Todo mundo. Ninguém pode acreditar nisso. Eu também não posso acreditar.
“Por favor, não me enterrem! Não estou morto! Tenho muita vida para viver! Quero rir e correr de novo. Quero cantar e dançar. Por favor, não me ponham no chão! Prometo que se o Senhor me der só mais uma chance, Deus, vou ser o motorista mais cuidadoso do mundo. Tudo o que quero é mais uma chance. Por favor, Deus, eu tenho só dezessete anos.”

John Berrio – Do livro – Historias para aquecer o coração dos adolescentes.


O valor do tempo

Para você perceber o valor de um ano,
Pergunte a um estudante que repetiu o ano.
para você perceber o valor de um mês,
Pergunte para uma mãe que teve o seu bebê prematuramente.
Para você perceber o valor de uma semana,
Pergunte a um editor de um jornal semanal.
Para você perceber o valor de uma hora,
Pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrarem.
Para você perceber o valor de um minuto,
Pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.
Para você perceber o valor de um segundo,
Pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
Para você perceber o valor de um milésimo de segundo,
Pergunte a alguém que ganhou a medalha de prata na Olimpíada.
Portanto, valorize cada momento que você tem!
E valorize mais, quando você dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar seu tempo junto com você. Lembre-se: o tempo não espera por ninguém.

* * *

A lição da caveira

Um príncipe, orgulhoso de sua realeza, foi certo dia caçar em lugar montanhoso e afastado.

A certa altura de seu caminho, viu um velho eremita, sentado diante de sua gruta, e muito atento a considerar uma caveira que tinha nas mãos.

Indignado por não ter o velho dado a menor atenção, nem sequer levantado os olhos para a luzida companhia de caçadores, o príncipe aproximou-se dele, e disse-lhe, entre rude e zombeteiro:

- Levanta-te quando por ti passa o teu senhor! Que podes ver de tão interessante nessa pobre caveira, que chegas a te abstrair de passagem de um príncipe e tantos poderosos fidalgos?

O eremita, erguendo para ele os olhos mansos, respondeu, em voz singularmente clara e sonora:

- Perdoa, senhor. Eu estava procurando descobrir se esta caveira tinha pertencido a um mendigo ou a um príncipe, mas não consigo distinguir de quem seja. Nesses ossos nada há que me diga se a carne que os revestiu repousou em travesseiros de plumas ou nas pedras das estradas. Eu não saberia dizer se devia levantar-me ou conservar-me sentado diante daquele que em vida foi o dono desse crâneo anônimo.

O príncipe, cabeça baixa, prosseguiu o seu caminho, mas a caçada não teve, naquele dia, qualquer encanto para ele. A lição da caveira abatera-lhe o orgulho.
* * *

Desabafo de um aidético antes de morrer
Quando eu a conheci tinha 16 anos.
Fomos apresentados numa festa, por um "carinha" que se dizia meu amigo. Foi amor a primeira vista. Ela me enlouquecia. Nosso amor chegou a um ponto, que já não conseguia viver sem ela. Mas era um amor proibido. Meus pais não aceitaram. Fui repreendido na escola e assamos a nos encontrar escondidos. Mas aí não deu mais. Fiquei louco. Eu a queria, mas não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem dela. Eu a amava: bati o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei a minha irmã. Estava louco, precisava dela.
Hoje tenho 39 anos; estou internado num hospital, sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais, amigos e por ela. Seu nome?
Cocaína. Devo a ela meu meu amor, minha vida, minha destruição e minha morte.

* * *

Cada dia que se vive é uma ocasião especial

Um amigo meu abriu a gaveta da cômoda de sua esposa e pegou um pequeno pacote embrulhado com papel de seda: "Isto, disse, não é um simples pacote." Tirou o papel que o envolvia e observou a bonita seda e a caixa. "Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos. Nunca o usou. Estava guardando-o para uma ocasião especial. Bem, creio que esta é a ocasião."

Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária. Sua esposa tinha acabado de morrer.

Virando-se para mim, disse: "Não guarde nada para uma ocasião especial. Cada dia que se vive é uma ocasião especial."

















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